A depressão,
enquanto evento psiquiátrico é algo
bastante diferente: é uma doença como
outra qualquer que exige tratamento.
Os sintomas da depressão são muito variados, indo desde as sensações
de tristeza, passando pelos pensamentos negativos até as alterações
da sensação corporal. Contudo para se fazer o diagnóstico é necessário
um grupo de sintomas centrais:
• Perda de energia ou interesse,
• Humor deprimido,
• Dificuldade de concentração,
• Alterações do apetite e do sono,
• Lentificação das atividades físicas e mentais,
• Sentimento de pesar ou fracasso.
A causa exata da depressão permanece desconhecida. A explicação
mais provavelmente correta é o desequilíbrio bioquímico
dos neurônios responsáveis pelo controle do estado de humor.
Muitas pessoas pensam estar ajudando
um amigo deprimido ao incentivarem ou mesmo cobrarem
tentativas de reagir, distrair-se, de se divertir para
superar os sentimentos negativos. Os amigos que agem
dessa forma fazem mais mal do que bem, são incompreensivos
e talvez até egoístas.
Depressão é uma palavra
freqüentemente usada para descrever nossos sentimentos.
Todos se sentem "para baixo" de vez em quando,
ou de alto astral às vezes e tais sentimentos
são normais. A depressão, enquanto evento
psiquiátrico é algo bastante diferente: é uma
doença como outra qualquer que exige tratamento.
Muitas pessoas pensam estar ajudando um amigo deprimido
ao incentivarem ou mesmo cobrarem tentativas de reagir,
distrair-se, de se divertir para superar os sentimentos
negativos. Os amigos que agem dessa forma fazem mais
mal do que bem, são incompreensivos e talvez
até egoístas.
O amigo que realmente quer ajudar procura
ouvir quem se sente deprimido e no máximo aconselhar
ou procurar um profissional quando percebe que o amigo
não está só triste.
Uma boa comparação que podemos fazer para esclarecer as diferenças
conceituais entre a depressão psiquiátrica e a depressão
normal seria comparar com a diferença que há entre clima e tempo.
O clima de uma região ordena como ela prossegue ao longo do ano por
anos a fio. O tempo é a pequena variação que ocorre para
o clima da região em questão. O clima é o estado de humor
e o tempo são as variações que existem dentro dessa faixa.
O paciente deprimido terá dias melhores ou piores assim como o não
deprimido. Ambos terão suas tormentas e dias ensolarados, mas as tormentas
de um, não se comparam às tormentas do outro, existem semelhanças,
mas a manifestação final é muito diferente.
Não é uma tristeza passageira, não é sinal de fraqueza
pessoal ou uma condição que possa ser revertida com força
de vontade. O custo em sofrimento humano é incalculável. A maioria
das pessoas deprimidas não procura tratamento médico e, das que
procuram, apenas metade são diagnosticadas como tal.
Ninguém sabe o que um deprimido sente, só ele mesmo e talvez
quem tenha passado por isso. Nem o psiquiatra sabe: ele reconhece os sintomas
e sabe tratar, mas isso não faz com que ele conheça os sentimentos
e o sofrimento do seu paciente.
Basicamente existem as depressões monopolares (este não é um
termo usado oficialmente) e a depressão bipolar (este termo é oficial).
O transtorno afetivo bipolar se caracteriza pela alternância de fases
deprimidas com maníacas, de exaltação, alegria ou irritação
do humor. A depressão monopolar só tem fases depressivas.
” Nosso medo mais profundo não é o
de sermos inadequados.
Nosso medo mais profundo é que somos poderosos além de qualquer
medida.
É a nossa luz, não as nossas trevas, o que mais nos apavora. Nós
nos perguntamos:
Quem sou eu para ser Brilhante, Maravilhoso, Talentoso e Fabuloso?
Na realidade, quem é você para não ser?
Você é filho desse Universo Perfeito.
Se fazer de pequeno não ajuda o mundo.
Não há nada de iluminado em se encolher, para que os outros não
se sintam inseguros quando estão perto de você. Nascemos para
manifestar a glória do Universo que está dentro de nós.
Não está apenas em um de nós: está em todos nós.
E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às
outras pessoas permissão para fazer o mesmo.
E conforme nos libertamos do nosso medo, nossa presença, automaticamente,
libera os outros.“
(Nelson Mandela)