Não sendo exatamente originária
de um povo ou região, desenvolveu-se
em várias culturas diferentes
e recebeu vários nomes.
Apesar da associação entre
as questões tradicionalmente relacionadas à espiritualidade
e essa prática, a meditação
pode também ser praticada como um
instrumento para o desenvolvimento pessoal
em um contexto não religioso.
Os objetivos podem
variar, assim como as técnicas de execução.
Sua prática regular proporciona
vários benefícios e aperfeiçoamentos
práticos, como (experiência
própria):
• descanso físico,
mental e emocional,
•
aumento da capacidade de concentração,
•
maior auto-liderança,
• maior liberdade de escolha,
• senso de identidade mais livre e mais rico
em possibilidades.
Nós conhecemos o mundo exterior
de sensações e ações,
mas, do nosso mundo interior de pensamentos
e sentimentos, nós conhecemos muito
pouco. O objetivo primário da meditação é que
nos tornemos conscientes e que nos familiarizemos
com a nossa vida interior. O objetivo final é alcançar
a fonte da vida e da consciência.
Assim, através da meditação
vamos prestar atenção e descobrir
como funcionamos. Como agimos em determinadas
situações, porque respondemos
uma coisa quando gostaríamos de
dizer outra, porque fugimos daquilo que
mais queremos, porque vivemos mergulhados
na ansiedade, na depressão e no
cansaço quando queremos apenas a
tranqüilidade.
Caso haja uma grande
confusão de
pensamentos fluindo, apenas "olhe" essa
confusão. Não tente controlar
seus pensamentos, deixe que eles venham
da maneira que vierem.
Não espere nada de especial da
sua meditação: fogos de artifício
explodindo diante de você, deuses
e iluminados desfilando, flores de lótus
ou luzes maravilhosas. As imagens que surgem
podem ser apenas produto da atividade mental,
truques da mente para distraí-lo.
Portanto, continue apenas observando como
outro pensamento qualquer. Não se
envolva com a beleza ou beatitude delas.
Se elas forem mais que um produto da mente,
você saberá.
Com a prática contínua você será capaz
de manter a mente em branco e ouvir a voz
de sua intuição que também é um
atributo do observador passivo.
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